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09 de Agosto de 2013
Concurso de Serra Talhada levanta dúvidas e reacende discussão
Concurso de Serra Talhada levanta dúvidas e reacende discussão
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E o novo concurso público de Serra Talhada previsto para acontecer até o final de novembro deste ano começa a levantar dúvidas na população. O FAROL vem recebendo inúmeros questionamentos sobre a real finalidade da aplicação do certame, se boa parte dos cargos – mesmo após a realização das provas – continuará ocupada por profissionais contratados. A informação foi confirmada pela própria secretária de Saúde do município, Socorro Brito, durante audiência pública realizada no início da semana.

No projeto do novo certame enviado à Câmara Municipal existem pouquíssimas vagas para quadros considerados estratégicos ao bom funcionamento da saúde do município. O concurso prevê, por exemplo, apenas 3 vagas para enfermeiros, quando o município dispõe atualmente – na rede de atenção básica – de, pelo menos, 18 profissionais. A mesma quantidade é verificada, hoje, entre a classe de cirurgiões dentistas nos PSFs.

Mas, destrinchando os números, o projeto não prevê cargos para odontólogos, somente 1 para nutricionista e uma vaga para médico cardiologista. O que acaba ratificando que as contratações temporárias já em vigor devem continuar. “Isso ficou acordado com o Ministério Público que não iríamos abrir concurso para programas de PSFs e que recebem repasses do Governo Federal”, confirmou Brito, durante a audiência, sacramentando a continuidade dos contratos temporários já em vigor.

OPOSIÇÃO COMEÇA A QUESTIONAR

Um dos questionamentos sobre possíveis pontos falhos no projeto do novo concurso da Prefeitura de Serra Talhada partiu do vereador Márcio Oliveira (PTN). Durante audiência pública promovida pela XI Geres, ele questionou a Secretária de Saúde sobre a real necessidade das vagas e sobre o valor que está previsto para o pagamento dos futuros médicos concursados.

“Já que o que vem se pagando atualmente é em torno de R$ 8 mil e mesmo assim se tem a dificuldade de fixá-los e, neste projeto, o município prevê um teto salarial para estes profissionais em torno de R$ 2.800. Eu gostaria de saber se essas vagas vão suprir de fato todas as necessidades do município”, questionou o parlamentar, recebendo o aparte da secretária Socorro Brito.

“Existe a questão da isonomia salarial. No município, hoje, o valor que o médico ganha é esse que está sendo ofertado aí. Um médico diarista do Estado ganha hoje cerca de R$ 3 mil e um plantonista cerca de R$ 6 mil. A realidade de um PSF em relação a carga horária, que é por uma questão de isonomia, esse valor atende à demanda institucional dos ambulatórios de zona urbana do nosso município”.

Fonte: Farol de Notícias


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